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Pontes e Lacerda - Santa Fé do Sul, MT - SP, Brazil
Para você que está dando tudo errado. Tudo vai dar certo ... se você acreditar ! FORÇA.

domingo, 21 de novembro de 2010

AUTO-EDUCAÇÃO



Auto-Educação é Educar-se a si mesmo.
Educar vem do Latim: Educare - exdecere.
Exdecere significa: conduzir para fora, desenvolver.

Podemos, por tanto, afirmar que: Educar ou Educar-se é desenvolver “algo” que vem de dentro do homem, conduzir para fora, e colocá-lo a serviço da vida individual e social da humanidade. São desenvolver os valores da natureza humana, valores que são qualidades boas ou más.

A vida nos pede uma tarefa especial: - a conquista, realizada todos os dias, até o último instante de nossa vida”. Rudolf Steiner
A conquista do equilíbrio e da harmonia, entre o que penso o que sinto e o quero fazer.



POR ONDE DEVEMOS COMEÇAR?

Educar-se a partir do que está perto – “o que sou hoje” para o que está distante – “o quero conquistar”, desenvolver. Partir do que é para o que “deve ser”, para o “devir”.
Educar para o futuro, partindo do presente.
A base da natureza de um homem é quase sempre uma soma de fatores, tais como: vivências passadas, de sua alma, hereditariamente, o ambiente familiar, de trabalho, de estudo social, sua nacionalidade, o solo em que vive e do qual tira seu sustento, o ar que respira as paisagens que vê os sons, os hábitos a que está acostumado, a alimentação e outros mais.
   Apesar de diluírem no dia a dia, são fatores que moldam o homem poderosamente e é a partir dessa situação que temos que começar.
   Assim como não devemos arrancar uma planta, pela raiz do solo que a agasalha e a nutre, também não devemos rodear a mente de um educando com imagens e idéias de uma vida que lhe é estranha e diferente fisicamente do ambiente em que vive e se move.

Um crescimento livre e natural é a condição ideal para um desenvolvimento verdadeiro.

   Devemos considerar que é um “arranjo” de Deus um número de pessoas pertencerem a uma determinada nação, época, sociedade particular, familiar, etc. São pessoas com “um” passado, possuidoras do presente e criadoras do futuro.

O passado é nossa base;
O presente nosso material de trabalho;
O futuro é nosso objetivo.



COMO EDUCAR PARA O FUTURO?

Este é um tema que toca bem fundo a cada um de nós.
Educar para =>  tem uma direção; exige firmeza, objetivo, consciência da necessidade de transformar as estruturas do presente.
   Somos herdeiros de um dinâmico e complexo passado, rico em inventos e descobertas e sabedoria.         Seremos os primeiros de uma realidade inesperadamente nova!

   Nosso mundo presente será a base sobra a qual poderemos iniciar as transformações.

Ainda não conseguimos as condições favoráveis para uma ordem e equilíbrio estáveis e progressivos. As transformações são necessárias e urgentes!

   Há como um véu, mais ou menos espesso, envolvendo a maioria de nós e que não nos deixa enxergar.

   Educar para o futuro seria formar pessoas ou ajudá-las em seu crescimento, para que comecem a existir em maior número e que tenham percepção e consciência, não só de si mesmos e de suas necessidades, dificuldades e desejos particulares, mas que tenham também percepção e consciência de conjunto, de grupos, de movimentos, de verdades maiores e que desenvolvam VONTADE e ENERGIA criativas para participarem das transformações necessárias para a existência de um Mundo Novo.


 
UM MUNDO NOVO? COMO SERÁ?

Um mundo novo onde haja Harmonia luminosa, onde as pessoas se abracem sem espinhos, e que possam confiar umas nas outras, e possam trocar conhecimentos e encontrar respostas para suas indagações e problemas.
Educar é auto-educar-se para que os futuros realizadores da Humanidade recebam a nítida indicação e afirmação e tenham a verdadeira experiência do muito, do único, do grande que espera por eles, dentro deles mesmos e fora deles.

Aventurar-se causa ansiedade,
Mas deixar de arriscar-se
É perder a si mesmo...
E aventurar-se no sentido mais elevado
É, precisamente, tornar consciência de si próprio.”
Kierkegaard


As coisas fáceis são dos covardes.
As coisas difíceis são para os heróis!


Pais e Filhos no Mundo de Hoje



Nem individualmente, nem socialmente sabe-se o que fazer.
     Todos se sentem meio perdidos, meio desamparados. O elemento novo que penetrou na vida, no mundo, foi a LIBERDADE e em busca dela os homens se distanciam uns dos outros.
     O comportamento impaciente, agressivo e muitas vezes auto destrutivo,
alastra-se entre as pessoas, jovens ou adultos. Não depende da idade, da raça, da religião, do nível de educação ou do poder econômico.
     Os desajustes e a inadequação tornam-se uma realidade crescente em nossa sociedade.
      Os pais pensam que, criando bem seus filhos, amando-os e dando-lhes o melhor, tudo tem que dar certo. Pensam que apenas crianças abandonadas ou filhos negligenciados acabam com problemas. Infelizmente, não é assim:
     Os pais precisam estar preparados, bem-informados, atualizados em relação a tudo que acontece no mundo, com os jovens em geral com seus filhos em particular.
    Sabemos que os pais amam os filhos de verdade. Nem sempre, porém, esse amor é suficiente para dar-lhes alegria, pois a partir do momento em que crescem, os filhos começam a exigir mil coisas, rejeitando a presença, a orientação e até o amor dos pais. Reclamam Independência, mas não assumem responsabilidade. Assim, muitas vezes, os pais sentem-se frustrados, nada orgulhosos de sua condição.
    Não são problemas de uns, mas problemas das últimas décadas, no mundo todo.
    Manter um lar, nos dias atuais, se tornou uma maratona que obriga o casal, homem e mulher, a trabalharem muito para conseguir um ganho (tal) que possibilite fazer frente ás responsabilidades econômicas.
    Os pais de hoje, em geral e por força maior, são mais “provedores”, isto é, “ganhadores de dinheiro” do que educadores dos filhos.


 
Quando voltam para casa, depois de um dia atribulado de trabalho, o que fazem?

   Cansaço, tensão, problemas, preocupações, que provocam opressão, irritação, impaciência, que por sua vez despertam nos familiares medos, angústias, inseguranças.
   Diante deste quadro, o pai educador se justifica e cede lugar ao pai provedor, entretanto, essa justificativa não serve para as crianças e jovens, que sentirão o “vazio” da situação.
   Os filhos, diante da “falta de amor; sentem-se abandonados, e reagem de diferentes formas; fuga”..., fingem “nem ligar”, tornam-se agressivos, malcriados e muitos são os que procuram alívio nas drogas.
   Os pais, para escaparem de possível sentimento de culpa, inundam os filhos com brinquedos, jogos eletrônicos, roupas de moda, dinheiro, etc. Pensando com isso garantir o amor e o carinho dos entes queridos.
   Diferentes e variados, justificados ou não, são os motivos que levam os pais a deixar de se ocuparem com a educação dos filhos, dirigindo seu interesse maior sobre coisas externas, alheias á vida interior do ser humano: buscam dinheiro, prazer, prestigio e posição social, etc.
   Diante desta situação, os filhos reagem com atitudes negativas que deixam os pais impotentes, sem ação.
   As más relações familiares têm origem nos próprios pais, quer se relacionam mal. Cada um culpa o outro por sua própria infelicidade, se reprovam mutuamente, deixando nos filhos a impressão de que “o outro me deve algo mas eu não devo nada”.

O que é o mesmo que:
Tenho direito, porém não tenho deveres”.


O QUE ACONTECE ENTÃO?
  • Situações gerais como as acima descritas;
  • Dificuldades financeiras no lar;
  • Relações difíceis com os filhos;
  • Enfrentamentos diários com um mundo quase sempre hostil, negativo, exigente;
  • Dificuldades no trabalho cheio de imposições;

Tudo, ou parte disto leva um ser humano a fugir da situação através de escapar de si mesmo, de sua vida interior cheio de recriminação e sentimentos de culpa e principalmente de impotência frente a tantos problemas.
           Infelizmente, no mais das vezes, busca-se alívio no álcool (cerveja, caipirinha, uísque, etc) no sexo desenfreado e em tudo o mais que ajude escapar.


 
QUE FAZER?!

A coragem é a fonte de nossas melhores qualidades.
Quando falta, elas definham...
Sem coragem não podemos sequer
Ser suficientemente prudentes.
É claro que devemos ponderar...
Refletir... Calcular... Pensar os prós e os contras,
Mas em seguida é preciso tomar uma decisão e Agir,
Sem dar demasiada atenção
Á direção do vento ou
Ás nuvens passageiras (...).
                                                Franz Liszt
(compositor, poeta, pianista, regente, e muito mais).

Verdadeiramente para enfrentar tal situação é preciso, ter coragem, conhecimento de si mesmo, sentir-se querido, amado e querer bem seus familiares.
O mundo insiste em levar o ser humano para fora de si, com imagens fantasmagóricas, sons, oferta mil de bens de consumo maravilhosos, fazendo o esquecer-se de sua vida profunda de superação e um grande desejo de relacionar-se com algo superior – Deus –também chamado de outras maneiras.
Não encontrando este ”caminho” de busca espiritual, anseio de sua própria essência, o homem de outras e neles se perde.


E OS FILHOS?

    Neste mundo mesclado, agitado, absorvente, confuso, negativo entra a criança e, tal qual uma esponja, absorve tudo o que acontece á sua volta. Não tem alternativa, senão aquela que seus lhe oferecem.
   Então ela se sente só. A ausência dos pais no lar e a carência de valores espirituais levam a criança a um VAZIO, e a uma falta de sentimento e um “não respeito pelo mundo”.
   Vendo o relacionamento dos pais ela poderá acreditar ou não no Amor.
Se entre os pais não houver amor, respeito mútuo, compreensão, bom humor, a criança não conhecerá essas qualidades morais, não poderá senti-las, pois não as terá vivenciado, portanto, não será capaz de reproduzi-las um dia, em sua vida de adulto.
   Acrescentamos a isso a Educação escolar que, em geral, está quase que exclusivamente dirigida ao desenvolvimento da mente, do intelecto. Há uma exagerada admiração pelo saber intelectual, ás custas dos sentimentos e do corpo.

Disse certa vez, Simon Bolívar, herói sul-americano:
O talento sem integridade, bondade, honradez, é uma calamidade para o homem e para a sociedade”.

    Os pais parecem não saber que são eles mesmos que devem passar esses valores para os filhos, eles que têm que expressar sentimentos verdadeiros, para serem interiorizados e assimilados pelas crianças.
   Esses sentimentos de carinho, amor, compreensão, bondade, respeito, bom humor, formarão a base sobre a qual desenvolverá a auto-estima e a autoconfiança, sem as quais não existirá um ser equilibrado e senhor de si, livre.
   Dar-lhes “presentes”, satisfazer-lhes as vontades, não preencherá o “vazio” deixado pelas carências. Nestas circunstancias, crianças e jovens buscam refúgio na TV, videogames, amigos, drogas, (desde o cigarro, álcool, e remédios, até os mais perigosos), e também os objetos alvo de seus desejos, na permissividade, indolência, rebeldia e agressividade.
   Procuram fugir da dura realidade tratando de criar um mundo mais excitante, cheio de emoções. Encontram amigos com problemas semelhantes e juntos se sentem seguros, se apóiam.
   Esses jovens que ainda não estão formados e que não compreendem seu papel na vida, nem o que apresenta a própria vida, passam a imitar o que vêem ao redor, o que lhes mostra o cinema, o vídeo, novelas e revistas, o que nem sempre é o mais edificante nem recomendável.
   Copiam atitudes, criam maneira de ser negativa passiva e muita vez violenta.
   Assim surgem as “gangues” que rejeitam a sociedade e negam o mundo em que vivem incluindo tudo aquilo que representa autoridade, direção e disciplina, inclusive os pais.
   No fundo, o que há é uma GRANDE INSEGURANÇA.
   Assim o jovem vai construindo um modo de ser passivo, mesmo fisicamente, opondo-se a um modo no qual não crê, nem pode respeitar.
   A causa primeira, a primordial, é a “PROFUNDA NECESSIDADE DE AMOR”.



COMO APRENDER A DAR AMOR?

    É preciso aproximar-se fisicamente deles, acariciá-los, tocar seu sentimento. Fazê-lo sentir o amor, a afeição que se tem por eles. Só assim, um ser humano se tornará capaz de receber e dar amor. Ele precisa primeiro receber para depois dar.
   Nestas condições, a criança, o jovem, ou o adulto, se sentirá aceito respeitado e querido.
  Ao absorver tais sentimentos positivos e elevados, ele sentirá o mesmo por si próprio, saberá respeitar-se, aceitar-se, querer-se bem, sem vaidade, sem egocentrismo.
Desenvolverá segurança e confiança em si mesmo.

Cristo ensinou:
- “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
   Assim o Amor Próprio é Bom e Honesto. Ele é ponto de referência para o amor alheio, o amor ao próximo.
   Segurança e confiança em si, será o que este futuro homem projetará em suas relações com outras pessoas, dando inicio a uma cadeia de novas possibilidades entre os seres humanos. O negativo deixará de ser exercido e não haverá necessidade de adotar atitudes agressivas ou de oposição para consigo mesmo, nem para com os demais.

-“Sou apenas um homem”
Dizia Carlos Drummond de Andrade

A diferença é que ele sabia, mais do que todos nós,
Que a vida é tênue, tênue,
Que o mundo é grande e pequeno,
E que o homem só se pode salvar
Ao prêmio de uma canção”.

                                           Gilberto Mendonça Teles


O HOMEM PERDEU SEU PRÓPRIO ENDEREÇO...

Como ele poderá encontrar?
    Se o homem não tem uma direção certa, se nada sabe da sua verdadeira natureza, do seu destino humano, da finalidade de sua existência, então não adianta correr muito, voar com velocidade supersônica.

    Será que todo esse processo cientifico e tecnológico, toda essa parafernália de bens de consumo, de armas e munições sofisticadas, tem uma razão de ser?
    A ciência, com suas descobertas, jamais poderão dar ao homem uma finalidade certa para sua existência terrestre.
   Esta é a razão da crise existencial que está levando a humanidade á agonia.
Profetas e clarividentes de todos os tempos prevêem uma catástrofe universal para o fim do segundo milênio.
   O começo dessa tragédia não é outro senão o que já estamos vendo: - o homem infeliz, sofrendo a frustração de sua existência, mesmo tendo conquistado sucesso social e material.

Não corras, vá devagar
Que onde tens que ir
É somente a ti mesmo.

Vá devagar, não corras
Que a criança do teu Eu,
Eterno recém-nascido,
Não pode te seguir”
                                   Juan R. Jimenez

O importante não é correr, mas saber se é certa a direção em que se vai.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

As Nossas Quatros Sombras


O CIÚME; A RAIVA; A INVEJA; O MEDO

O CIÚME é a prova de um desejo de posse, uma vontade de manutenção, a existência de certa dependência.
            Queremos o outro só para nós; queremos os espaços internos do outro á nossa disposição.
            ‘’- Ninguém põe a mão; ninguém pode olhar nem desejar. ’’
Sigmund Freud era um grande psicanalista, considerou que o ciúme é um estado afetivo normal, necessário’’ (guardadas as devidas proporções). Se ausente, deve ter sido recalcado e estar agindo no inconsciente com força redobrada.
A RAIVA possibilita nosso posicionamento frente ás invasões dos outros. É a oposição, é defesa. Convivendo com um bebê, é possível perceber a diferença entre um choro de fome e um choro de raiva. É só apertá-lo firme e logo ouviremos sua ‘’raiva’’.
A raiva permite uma determinação de nossos territórios, tanto internos como externos.
A INVEJA aponta nossas ambições. É a raiva que sinto do prazer do outro, o ódio que sinto da felicidade alheia; o ciúme da realização e do bem-estar de outras pessoas.
É também o desejo de obter e possuir o que é do outro. É cobiça.
A inveja é tão vergonhosa que raramente alguém tem coragem de Admiti-la, por isso ela se manifesta como desdém.
Ex: ‘’- hummmm... Viu o carrão dele! Que absurdo! Não tem nem onde cair morto!!!”
Podemos diferenciar duas invejas.
A aquela que me motiva a trabalhar para também ter ‘’aquele’’ carro, ou um carro, aquela roupa, aquele livro. É a inveja que faz com que eu saiba o que posso querer. Ela pode ser construtiva sob certo aspecto.
Ex: ‘’que bom que você arrumou este vestido. Ficou ótimo! Quero fazer o mesmo com o meu. ’’
A inveja má – aquela que deseja que o outro não tenha, simplesmente porque eu não tenho. Ela é terrivelmente destrutiva.
‘’A inveja boa deseja também!
A inveja é má não quer pra ninguém!’’                                                                                                                                         J.E Bologna


O MEDO é paralisação ou fuga, mas também é prudência.
Ele nos protege de nossos possíveis desatinos. Ele pode ser sábio quando ainda somos infantis.
As quatro sombras apresentam duas faces:

 Posse        ç CIÚME  è afeto                                                                          
 Defesa        ç RAIVA è    posicionamento
 Raiva, ódio  ç INVEJA è  desejos positivos
 Fuga           ç MEDO è    prudência

COMO FAZER PARA CONVIVER BEM COM ELAS?
Quando uma dessas ‘’sombras’’ aparece, o que temos a fazer imediatamente é encará-la de frente, discutir o próprio sentimento ruim com alguém de confiança ou consigo mesmo.
Esta atitude nos fortalece e enfraquece a sombra.
No caso do ciúme, o melhor é falar dele com a própria pessoa que é vitima. É a melhor forma de aprofundar uma relação e ao mesmo tempo, fica-se conhecendo sua capacidade de compreensão.
Ocultando um sentimento, nós criamos um ponto cego na relação com o outro.
 Se ocultarmos de nós mesmos, se negarmos, criamos um ponto cego na relação conosco, o que pode ser muito ruim, porque com a repressão de nossas realidades internas, elas irão para o inconsciente e de lá consumirão nossas energias.
Haja o que houver, admita a presença do sentimento ruim, da sombra, fale dele com pessoas confiáveis e notará que irá diminuindo de intensidade, deixando você livre.
Tente ampliar sua área de percepção em relação ao outro, ou ao mundo.
Não é o medo, o ciúme, a raiva ou a inveja que vão se afastar por si mesmos. Você terá de se deslocar internamente para outros interesses, outras atividades. Então passará a ver as coisas de uma nova maneira.
Mude você! Mude a sua posição!
Não queira imaginar que as sombras não existem ou que você possa impedir que apareçam. Elas fazem parte da vida e elas também têm o lado bom. Não se ataque com elas, não se brigue, apenas olhe de frente.
Os sentimentos são diferentes dos pensamentos.
Os pensamentos vão e vem quando NÓS queremos.
Os sentimentos têm autonomia: elas vão e vem quando ELES querem.
Nos não fabricamos a pessoas que desejamos, na hora que desejamos.
‘’cada pessoa é o que é’’.
Você é você, Ela é ela!

DEVO REGUARDAR MEUS SENTIMENTOS?
A intimidade dos sentimentos é outro ponto importante para considerarmos. Nossa intimidade afetiva é muito valiosa, por esse motivo devemos cultivar bons amigos e amigas.
Pessoas acolhedoras, compreensivas, que ‘’estão com você e não abrem’’, com as quais você pode se abrir, contar das ‘’sombras’’, trocar, isto é ouvir delas, também sobre seus sentimentos bons e ruins e terem a certeza de que podem confiar uns nos outros. 
Meninos e meninas!
Não fiquem revelando suas intimidades para qualquer um.
Seus sentimentos, bons e ruins, sua sinceridade, seu coração, são suas perolas, elas representam sua natureza humana, são quase tudo que você tem de realmente seu.
Pessoas ‘’perfeitas’’ não existem. Elas são apenas cegas em relação a si mesmas, não se conhecem, mentem para os outros e para si mesmas. Julgam-se perfeitas, mas guardam inveja e ciúme.
Elas tendem a ser desumanas, rígidas, incapazes de compreender, considerar, avaliar, manter um segredo, perdoar.
Cuidado com os ‘’perfeitos’’!
Uma pessoa boa tem sentimentos bons e ruins; é capaz de conhecê-los em si e por isso mesmo é capaz de compreendê-los e considerá-los nos outros.
   A raiva com sua agressividade é uma energia necessária na vida das pessoas; sem ela não haveria iniciativa, nem o ‘’fogo da vida’’.
A possessividade do ciúme leva as pessoas a construir e conservar o que tem de valor.
A inveja faz surgir motivações importantes no percurso da vida.

Dizia William Blake:
‘’cuidado ao pensar em liquidar com todos os seus defeitos; você pode estar acabando com suas melhores qualidades. ’’
Devemos, sim, compreender os sentimentos difíceis desta vida e aprender a lidar com eles conscientemente.
Conhecer bem a nós mesmos é conhecer nossa mente, nossos instintos, nossas tendências, aptidões, sentimentos, capacidades e também nosso meio ambiente, físico e social, em que crescemos, vivemos...
 É um conhecer que não tem fim...

sábado, 6 de novembro de 2010

Não deixe seu coração na escuridão



 
Sabemos que muitas pessoas perdem as pequenas alegrias aquele amor enquanto aguarda a grande felicidade chegar. Podemos até querer, querer sempre aquela pessoa com todas as forças, mas muitas dessas pessoas com medo de se declarar acaba perdendo o grande amor de sua vida.

Para sermos feliz temos que lutar e batalhar, correr atrás do nosso amor, nunca desista do seu objetivo pode não dar certo agora, mas não desista lute com todas as forças para conquistar essa pessoa.

Para alguns homens o amor é apenas uma coisa a parte, mas para as mulheres esse amor é toda a vida.

O amor não é apenas um simples sentimento é muito mais que isso, é algo muito complexo que não sabemos compreender ele vai muito mais além dos nossos conhecimentos, ele se encontra fora do nosso alcance, o amor é um mistério ainda a ser desvendado ele é capaz de unir dois corpos em uma só alma em um só coração.

Namorar e conhecer pessoas interessantes sem dúvidas é muito bom, mas assim como quase todas as coisas boas, não deixa de ser muito complicado. Pode ser complicado mesmo, mas não tem que ser. Mas todos têm essa incerteza a respeito de namoros e amizades isso é certo, mas é com essa incerteza que podemos aprender a conhecermos aos outros.

Existem amores que não são correspondidos?
Sim o amor quando não é correspondido dói, dói muito. Porém, ainda assim não deixa de ser gostoso senti-lo, pois temos uma razão maior de viver e um sentido verdadeiro para sonhar. Mas muitas pessoas falam que o amor não precisa ser correspondido, mas porque essas pessoas pensam isso? Deve ser porque elas importam apenas com a aparência do companheiro, muitos acreditam que o que conta é só a beleza por isso que as pessoas sofrem. Essas pessoas não vêem que o amor não depende somente de quem ama, depende também de quem é amado.

Existe algum problema em ficar muito tempo sem se apaixonar?
Pode ter alguns problemas sim, por você passar muito tempo sem se apaixonar você pode acabar pensando e achando que será incapaz de sentir novamente o amor por alguém.

O amor não tem tempo para acontecer, para algumas pessoas ele acontece uma vez só, e não acaba já para outras pessoas ele acaba, se você acha que ele já aconteceu e lamenta por ter acabado e por ter perdido, é por que ele nem começou. É normal sentirmos saudades das pessoas e de certos momentos que passaram em nossas vidas.


Temos que ter coragem de fazer uma revolução uma mudança em nossas vidas e correr atrás do que realmente interessa para nós, que é aquela pessoa especial que irá fazer parte de nossa vida. Mas temos que educar nosso coração para ele não ficar trocando de amor como se troca de roupa. Pois destruir um amor por outro é viver com o coração apertado remendado.

Quando o amor acontece assim de repente às pessoas primeiramente já começa a pensar que é um sonho uma fantasia e tem medo de acordar desse sonho. Quando se ama uma pessoa sempre poderão surgir algumas duvidas, exemplo será que essa pessoa me ama? Ela esta comigo por amor ou para aproveitar de mim? È normal termos essas e outras duvidas, mas sabemos que não podemos ser feliz com dúvidas. É ai que sempre surge àquela pessoa e diz assim agora que você começou, vá até o final. Cabe a você aceitar a sabedoria deste conselho, e não sair por ai fazendo o que as pessoas te aconselham.

Porque as pessoas se sentem sozinhas solitárias? Se as pessoas se sentem só é porque construiu muros em vez de pontes, não teve a coragem ou a capacidade de procurar o grande amor de sua vida, em outros casos a pessoa até encontrou alguém que mexeu com os seus sentimentos, mas tem certo medo de se abrir e se declarar, esses tipos de atitudes de deixar escapar o amor da sua vida que provocará a solidão.
Jamais comece uma relação com chantagens, a fim de receber um amor que não pretende dar. Agindo assim querendo ficar com alguém sem amor você esta brincando e machucando os sentimentos de alguém, e irá provar da solidão. A vida é muito curta para se perder tempo brincando com os sentimentos de alguém, então viva a vida para ser e fazer alguém feliz.
Assim como as pessoas dizem, será que o amor é como os fantasmas? Todos falam sobre o amor, mas ainda ninguém o viu realmente. Tem pessoas que já sentiu o verdadeiro amor, mas será que esse amor foi real? Ou não era amor? Ou será que ele é como os fantasmas? Quem melhor para dizer a respeito dele?
O que fazer quando o nosso amor não esta dando mais certo? Primeiramente temos que ver se ele esta dando certo, se está acontecendo algo de errado com a gente, temos que olhar para frente e arrumar nossa vida, conversar sem brigas e discussões, pois as brigas não vão ajudar em nada só irá piorar a situação, seja sincero consigo mesmo e com o outro. A comunicação é a melhor ferramenta para solucionar e evitar todos os tipos de mal-entendido.

Conselho para um relacionamento durar

No início de um relacionamento em geral tudo funciona super bem a mil maravilhas, mas à medida que o tempo passa começam a aparecer diferenças entre os dois. Por isso, é bom saber aproveitar os desentendimentos para crescer juntos, principalmente nos momentos difíceis.
Passos
1- Lembre que não existem relações perfeitas. Portanto, as discussões vão acontecer sempre na vida de um casal. Mas, em vez de lamentar a situação, o melhor é procurar tirar algo positivo dela e utilizar isso para modificar os comportamentos que afetam o equilíbrio do casal.

2- Evite as recriminações por erros, defeitos ou fracassos do passado. O rancor e o remorso não ajudam a construir um relacionamento saudável. Solucione os conflitos quando eles ocorrerem.
3- Perdoe e peça perdão sempre. Se cada um for capaz de reconhecer os seus erros e desculpar os do outro, é mais provável que o casal saia fortalecido dos conflitos ao invés de um sempre sair com a razão.
4- Mantenha uma comunicação constante e sincera para um sempre poder dizer ao outro como se sente e quais são os seus desejos e modo de pensar. Assim, os dois lados praticarão os atos de falar e escutar.
5- Tente sair da rotina: programe novas atividades e projetos para não cair em uma monotonia que desgaste a relação. Surpreenda o seu amor e aproveite também a magia do cotidiano, não repita a mesma rotina porque todo dia a mesma coisa é constringente.
6- Alimente a confiança no seu relacionamento. A segurança que você tem em si mesmo será imprescindível na hora de confiar no outro. Tenha e propicie programas individuais para que cada um se desenvolva além do âmbito a dois.

Importante

  • Para um relacionamento durar de modo saudável é indispensável que você seja sincero consigo mesmo e com o outro.

  • A comunicação é o segredo de todas as relações humanas, principalmente quando se trata de uma história amorosa. A comunicação é a melhor ferramenta para solucionar e evitar todos os tipos de mal-entendido.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Os sete pecados profissonais

Novato ou experiente, homem ou mulher, jovem ou idoso. Quem trabalha está sujeito a cometer um deslize ao longo da vida profissional. Às vezes, a falha não causa grandes estragos, mas pode provocar sequelas em uma carreira bem-sucedida.
Para que você não corra nenhum risco, o ZAP listou os sete pecados capitais de um profissional. Veja quais são.

1.FALTA DE CORAGEM

Depois de muitos anos na mesma empresa ou função, o trabalhador percebe que não está feliz com sua carreira. No entanto, ao invés de mudar a trajetória, ele continua onde está, pois tem medo de se aventurar em algo novo. Pensar que é muito tarde para dar início a uma carreira diferente ou não ter coragem para exercer outras atividades certamente é um erro a ser evitado. “O profissional pode mudar, mas isso tem que acontecer de forma planejada”, explica Maria Lúcia, coach do Instituto EcoSocial. “Novas experiências enriquecem muito, além de fazer parte do crescimento na carreira.”

2.PASSIVIDADE

Quando o profissional não comanda sua carreira e deixa os outros tomarem decisões no seu lugar está adotando uma postura passiva. Esse comportamento definitivamente deve ser evitado, afinal a pessoa só vai ter conquistas no seu trabalho se tomar as rédeas da sua carreira e traçar metas. Sobre este último item Gláucia Santos, consultora de RH da Catho, diz que o indivíduo deve ter objetivos a curto, médio e longo prazo para não ficar estagnado. “Se o profissional quer ser gerente, é bom fazer cursos de especialização e tentar trabalhar em uma empresa maior, por exemplo. Essas seriam as metas a curto e médio prazo para alcançar o objetivo maior, a gerência.”

3.FALTA DE AUTOCONHECIMENTO

Para tomar decisões em relação ao rumo da carreira e até mesmo se aventurar em novas atividades, o profissional deve se conhecer bem. Um erro comumente cometido é não investir tempo na auto-análise. Pode parecer irrelevante, mas procurar aumentar o nível de conhecimento sobre si mesmo é, sim, importante para uma vida profissional bem estruturada. “O trabalhador tem que buscar saber quais são seus pontos fortes e seus pontos fracos, e isso só acontece após uma auto-análise cuidadosa”, afirma Maria Lúcia.

4.ARROGÂNCIA

Após anos de experiência, alguns profissionais cometem o erro de pensar que são insubstituíveis. Segundo Gláucia, essas pessoas acham que, por estarem há um bom tempo em determinada empresa, não precisam aprender mais nada e que seu emprego está garantido para sempre. Mas não é bem assim. “Para a pessoa se manter dentro da organização, precisa demonstrar disposição em aprender e estar sempre se atualizando”, conta Gláucia. Maria Lúcia completa o raciocínio: “a atualização pode ter vários formatos, não só a do curso. Participar de projetos diferentes dentro da companhia pode ser um grande aprendizado”.

5.FALTA DE ÉTICA

De acordo com o coach e headhunter Augusto Carneiro, um dos “pecados” que prejudicam o profissional em qualquer empresa é a falta de ética. Fazer fofoca, causar intrigas, falar mal dos outros, puxar o tapete, mentir e outros comportamentos como esses nunca irão dar bons frutos. Ao contrário. São autodestrutivos e, cedo ou tarde, acabam se voltando contra a própria pessoa.

6.IMPRODUTIVIDADE

Como os empregadores estão em busca de pessoas proativas, não entregar resultados para a empresa é, sem dúvida alguma, um grande erro. Cumprir com as atividades de sua responsabilidade é uma obrigação do contratado, mas é possível ir além disso e oferecer mais do que o esperado. “Quando o profissional faz mais que seus deveres e desempenha outras tarefas, acaba, aos poucos, ganhando espaço e importância dentro do local de trabalho”, diz Gláucia. A consultora de RH ainda explica que é benéfico divulgar os resultados de sua produção. “Não adianta ir além de suas obrigações se não deixar isso visível para a empresa.”

7.FALTA DE COMPROMISSO

Se não entregar resultados é uma grande falha, deixar de cumprir prazos é outra maior ainda. Aqueles que se comprometem a entregar um determinado serviço e não cumprem o deadline acabam destruindo a própria reputação. Por isso, Carneiro dá o seguinte conselho: “Antes de responder quando ou se é possível realizar o que seu chefe requisitou, pare e pense a respeito. Não diga algo para agradá-lo se você sabe que não conseguirá fazer o que prometeu”. Segundo o headhunter, “uma pessoa que habitualmente falha com os compromissos que assume tem os dias contados”.